sábado, 8 de outubro de 2011

SHOW GAN - em LIMEIRA !

Você conhece o Gan?
Começa venda de ingressos para show inédito do GAN
em Limeira!

por Ana Laura Sanchez





A musicalidade envolve. E direciona o público segundo um plano muito bem traçado. O show começa a la anos 70, com Alegre Evolução e aquela galera vestida de Nos Embalos de Sábado à Noite. A seguir Busca mantém o clima disco, que vai se dispersando com a balada de Eu Venci e o rock de Subindo até Você. Aí chega o momento mais intimista, com Sou seu Anjo, Tudo É Amor, Reparação e a apoteose de Nova Luz, que termina soando como alguma peça de Mozart.

Do meio pro fim, o DVD é predominantemente pra cima, com espaço para o rock, o pop e o reggae. Provando, a cada faixa, que é possível sim fazer uma Arte Espírita envolvente, que fale uma linguagem atual e leve o espiritismo sem pregação. Sem dúvida alguma, um salto adiante na consolidação dessa arte ainda nascente que os espíritas estamos aprendendo a fazer!
 

O DM-USE (Departamento de Mocidade da União das Sociedades Espíritas) trará para Limeira no dia 12 de novembro, sábado, o show inédito do GAN – Grupo Arte Nascente. O evento será às 20h no Teatro Vitória. O GAN, que é de Goiânia, comunga da filosofia de que o importante são as atitudes e não a religião, motivo pelo qual sempre voltou suas apresentações.

A entrada custa R$ 10,00 (ingresso) ou R$ 25,00 (camiseta + ingresso) e podem ser adquiridas nas casas espíritas de Limeira, no Teatro Vitória e na Banca de Livros Espíritas Luz e Saber, localizada na praça Dr. Luciano Esteves. Lembrando que o dinheiro é utilizado para somente cobrir despesas da banda e revertido para atendimento assistencial a pessoas carentes.

Outras informações podem ser obtidas na Banca, pelo telefone 3441-1314
Sobre o GAN

O GAN foi fundado em 1988, com o objetivo de defender e valorizar a vida através da arte. Sua formação inicial tinha 10 jovens espíritas. Atualmente, o grupo é uma ONG (organização não-governamental) que conta com o auxílio de 40 voluntários, nas funções de artes cênicas, artes visuais, música, oratória etc.

Entre as campanhas já realizadas, estão a de conscientizar jovens e pais quanto aos perigos das drogas, desestimular a prática do aborto e conscientizar jovens e pais acerca da sexualidade precocemente ou mal desenvolvida.


Em 22 anos de trabalho, o GAN já apresentou inúmeras músicas, peças teatrais, danças e palestras educativas em centros espíritas, escolas, presídios e congressos de todo o Brasil. O grupo ainda possui no currículo uma apresentação internacional, em Miami (EUA). São 4 CDs gravados e um DVD.




 Espírito de Arte:
Arte para Transformar o Espírito.

Não perca este maravilhoso show!
segue a dica! Até mais,

Ana Laura

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

STEVE JOBS - despedida a uma mente brilhante

por Ana Laura Sanchez

Oi pessoal !

Tivemos a perda do grande Steve Jobs, neste ultimo dia 05/10. 
Fica na história, este Zen-budista: a melhor invenção da vida, nas palavras do Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.

Discurso de Steve Jobs na formatura da Universidade de Stanford ( 2005 )‏


Você tem que encontrar o que você ama


Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

A primeira história é sobre ligar os pontos.


Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.


Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”


Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.


Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.


Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.


Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.

Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.


Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.


Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.


E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.


Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].

Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.


A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.


E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.
Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.

Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.


Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.



Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.


Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.


Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.


Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.


O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.


Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.


Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.


E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”


Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.


Obrigado.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O uso da criatividade no processo de negociação

Qualquer cenário de negociação é um local de tensão e pressão, por mais que possamos estar acostumados a negociar e ocorrem dos dois lados. Somos competitivos, pois desde criança fomos formados para ser o primeiro, termos a melhor nota, e há aqueles que foram criados com o lema: “ para ganhar é preciso fazer o outro perder”, para viver é preciso matar, “viver é trabalhar um leão por dia”.



Fomos criados na ambigüidade, tais como: cooperação – competição, verdade- mentira, curto – longo prazo, preto – branco, para ganhar é preciso que alguém perca.


Negociar faz parte da nossa vida, desde os povos primitivos. Viver é negociar.


Negociar é um processo de alcançar objetivo (s) através de acordo em situações que ocorrem pensamentos divergentes e convergentes. O que importa é levar ao segundo pensamento.


Exercício de pensamento divergente e convergente, como também aplicação de Técnicas Criativas de Problemas poderá facilitar no ato da negociação criativa, já que negociar é resolver problemas, administrar conflitos, etc.


A criatividade no processo de negociação favorece a flexibilidade, melhor aproveitamento da diversidade e a conciliação de situações opostas, encarando e conduzindo a negociação a favor de ambas as partes.


Pensar no processo ganha- ganha diria que é uma inverdade, sempre envolve dinheiro, interesses, status. O que podemos pensar é no processo de conciliação entre situações que muitas vezes colidem, e buscarmos um denominador comum, onde o processo de perda e ganho seja mais equilibrado e a criatividade possa favorecer o surgimento de uma terceira opção, ou resposta, e que esteja de acordo entre ambas as partes.


Hoje, para obter sucesso é necessário, além do conhecimento técnico, a habilidade para solucionar problemas, relacionamento, lidar com a diversidade o que implica na utilização da capacidade criativa, sendo pró – ativo e quebrando paradigmas.


A pessoa pró – ativa e criativa possui uma postura sempre firme em relação aos diversos problemas que enfrenta, não só no mundo corporativo, como também na sua vida particular. Ela não quer fazer parte do problema, mas sim da solução, não quer ser mais uma no meio de 2 mil e sim busca seu diferencial, move-se ao longo do tempo, ou seja, pensa sobre o que acontecerá com o seu trabalho daqui a um certo tempo.


A destruição mental de tudo que já existe é condição primordial para iniciar o processo criativo. Grande parte do nosso pensamento é reativo: respondemos à uma necessidade, resolvemos problemas, superamos dificuldades, destinamos pouco tempo para a pró-atividade.


Podemos observar que os argumentos dos negociadores são basicamente os mesmo, tais como: temos qualidade, preço, distribuição, tradição, etc. O uso da criatividade poderá favorecer numa mesa de negociação pelo o argumento do negociador fugindo do convencional , garantindo de maneira firme e convincente a validade do que está sendo tratado.


Vivemos num contexto muito agitado e por vezes robotizado . A pausa criativa poderá ser a mola propulsora para o hábito pró-ativo, a ociosidade poderá facilitar a geração de idéias, embora recentemente, durante um programa de treinamento, um participante alegou ser mais criativo em momentos sob pressão, relatando situações vivenciadas numa mesa de negociação, trazendo idéias criativas e produtivas.


Negociadores criativos são flexíveis, sempre estão abertos e criam a novas alternativas, muitas vezes melhor do que as propostas iniciais na negociação, mesmo porque já colocou-se no lugar do oponente, aumentando o nível de argumentação.


A criatividade favorece enxergar o que todos enxergam, mas visualizando coisas diferentes , transformando riscos em oportunidades, identificando algo a mais do que o cotidiano, favorecendo contornar objeções ,agindo pro- ativamente.


Negociar não se aprende lendo e sim fazendo.Para a criatividade não existe erros e sim ensaios. A aprendizagem através dos erros e acertos é fundamental tanto para a criação quanto para negociação.


Nos programas de treinamentos Criatividade em Negociação, praticamos jogos e simulações tendo como referencial a prática do desenvolvimento do pensamento divergente e convergente, assim como exercícios de Analogia Inusual, favorecem estabelecer conexões com situações que, no primeiro momento, parecem antagônicas, assim como, praticamos as etapas de Solução Criativa de Problemas. Estas estratégias favorecem abrir a mente dos participantes e a quebra de modelos mentais.


O ponto de partida inicia-se nas fases de negociação já conhecida por todos.






Vou apresenta-la de maneira sistematizada, embora na prática as fases ocorrem em conjunto.






1- fase – Informações


O ponto de partida é buscar informação do produto, mercado, local, sinais do mercado, clientes potenciais, conhecer as necessidades, identificar e provocar oportunidades, e não somente considerar o que há para ser vendido como também o que os clientes necessitam. É preciso saber as fraquezas e os aspectos fortes do negociador, do oponente as e da sua pessoa, reconhece as objeções. Colocar o chapéu do oponente passa a ser fundamental.






2. fase- Criação


Nesta etapa muitas vezes o caos está instalado e as grandes desordens mentais são construtivas, pois neste momento poderá ocorrer a criação tendo como referencial a fase 1. Fantasma do passado não consegue resolver os problemas atuais. Fazer as coisas da mesma maneira, nem sempre garante resultados diferentes. A falta da imaginação é e em grande parte responsável pelos conflitos, onde as partes se recusam a imaginar o que o outro faria, pensariam ou podem sentir.


Praticar o pensamento divergente, convergente, estabelecer analogias para aumentar o argumento, poderá ser uma estratégia favorável, nesta etapa.


Tenha uma idéia, e depois, pense: se não tivesse essa qual outra teria, vá buscando mais de uma resposta para cada pergunta. Pense: o que poderá ser substituído, qual a equivalência e assim por diante, sempre gerando várias respostas. Isso é inovar, é utilizar da criatividade tornando-o competitivo.






3 fase- decisão- conciliação


A figura do Consultor de Negócio passa a ser colocada em pratica em conjunto com o oponente. A escolha a decisão poderá favorecer o surgimento de uma terceira opção através do escutar o oponente, embora somente escutar não garanta a resolução da negociação, somente resolve quando os interesses são opostos, campo este fértil para o negociador criativo.






4- fase – implementação


As pessoas agem como se desconhecessem as diferenças, normalmente não praticam o que dizem. Todo o processo acima foi por água abaixo. Surge novamente a necessidade de ser criativo negociando com fornecedores e comprador através de estratégias persuasiva. A criatividade no processo de negociação envolve o ato de escutar, criar, conciliar, decidir e finalmente administrar, tendo como referencial a visão dos dois lados. O desenvolvimento da percepção do negociador, favorece a visão geral e específica do cenário de negociação, assim como facilita a intuição, analogias e argumentação. Cada vez mais a importância de pensar diferente, gerar idéias, enxergar oportunidades. Num mundo cheio de estímulo isso passa a ser fundamental para a sobrevivência das pessoas e das organizações. Ser versátil no mundo das negociações favorecem o pensamento criativo e mudar rapidamente enquanto é possível, identificando o momento de parar ou de continuar.


Estimular o músculo da criatividade é fundamental. Mas só exercitar não adianta é necessário agir. Considerando uma economia globalizada, aumenta a necessidade de pensar criativamente e agir estrategicamente.






“No mundo dos negócios e na vida em cada problema, ocorrem oportunidades para serem desvendadas.”






Maria Inês Felippe
Coordenadora dos cursos de MBA em Gestão Estratégica de T&D

quarta-feira, 13 de julho de 2011

13 de julho - Dia Internacional do Rock!

Mas porque 13 de julho?


Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).
  



Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.


No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego
e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.
No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!


O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é a cara do ROCK AND ROLL!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sem paciência - sem essência

por Ana Laura Sanchez

Com certeza você já conheceu (se não, vai conhecer) aquela pessoa que nasceu de mal com a vida. Em meio a tantos acontecimentos diários, nos deparamos com várias situações que nos causam desconforto, ou tensão, ou stress. E nessas horas, descobrimos como estamos em relação a nós mesmos. Até onde anda sua paciência? Aonde ela está ligada a sua educação? Não é porque passo por um momento tenso no meu dia, que preciso faltar com respeito com o próximo. Isso é humano, momentos de pico de tensão.


Porém estou tratando aqui dos impacientes, que se tornam difíceis de digerir nos ambientes que o cerca, seja no trabalho, em casa, na sociedade. Pessoas que explicam uma vez, a segunda já está com tom de voz elevado - como que impondo a você, que é um burro. Intolerável a falta de educação de pessoas que não sabem lidar com momentos difíceis ou inusitados. Postei no alge da revolta uma frase no Facebook, dizend oque odeio pessoas intolerantes, estupidas, sem paciencia. E adivinhe? em 3 minutos, 4 pessoas haviam curtido meu post. É uma visão só minha? Negativo, é uma realidade que passo e que muitos conhecidos também sentem. Recebi um e-mail excelente, de palavras certas do Arnaldo Jabor, no qual me fez realmente refletir. Perca 60 segundos, e reflita também, para que quem sabe, antes de perder a paciência, você possa respirar, e ver que a vida é muito bela pra se perder em mesquinharias.

PACIÊNCIA (Arnaldo Jabor)



Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados...


Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.


Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que


lembram as antigas "trabalhadoras do cais"...E o bem comportado executivo?


O "cavalheiro" se transforma numa "bestaselvagem" no trânsito que ele


mesmo ajuda a tumultuar...


Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento,o jeito do


chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, omarido uma "mala sem alça".


Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.


O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.


Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei acabeça, inconformado...


Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.


Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.


A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada


vez mais em alta.


Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar?


Qual é a finalidade de sua vida?


Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.


E você?


Onde você quer chegar?


Está correndo tanto para quê?


Por quem?


Seu coração vai agüentar?


Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?


A empresa que você trabalha vai acabar?


As pessoas que você ama vão parar?


Será que você conseguiu ler até aqui?


Respire...


Acalme-se...


O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência.


Otimo Fim de semana !